Alan de Agripino rebate críticas e defende comerciantes afetados por decisão do DNIT na BR-235

Alan de Agripino rebate críticas e defende comerciantes afetados por decisão do DNIT na BR-235

24/01/2025 0 Por Redação

Nesta semana, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) determinou a retirada das barracas de vendedores ambulantes situadas às margens da BR-235, no trecho do município de Areia Branca. A medida, que visa atender normas de segurança viária, gerou polêmica e apreensão entre os comerciantes locais.

O prefeito Talyson de Valmir, acompanhado do deputado federal Ícaro de Valmir, reuniu-se com o superintendente do órgão federal para discutir o tema e aproveitou para criticar a gestão anterior. Segundo Talyson, o problema já se arrasta há oito anos sem que medidas efetivas tenham sido adotadas.

“Esse é um problema antigo que foi negligenciado por anos. Agora, precisamos agir para cumprir as determinações e evitar prejuízos à segurança e ao trânsito da rodovia”, declarou o gestor.

No entanto, o ex-prefeito Alan de Agripino rebateu as acusações em nota oficial, afirmando que a questão sempre foi tratada com responsabilidade durante sua administração. Alan destacou que a maioria dos vendedores mora em frente às barracas e que a localização estratégica é essencial para o sustento dessas famílias.

“Eu nunca negligenciei esse assunto. Pelo contrário, trabalhei incansavelmente para garantir os direitos desses trabalhadores. Sempre busquei um equilíbrio, prezando tanto pela segurança dos motoristas quanto pela dos próprios vendedores”, afirmou Alan.

O ex-prefeito ainda mencionou que, durante sua gestão, buscou alternativas e tentou acordos para solucionar o impasse sem prejudicar os trabalhadores. Ele reforçou a necessidade de uma solução que contemple tanto a segurança no trânsito quanto a sobrevivência econômica das famílias dependentes da atividade comercial no local.

Com a determinação do DNIT, os comerciantes manifestaram preocupação com os impactos da remoção das barracas sobre suas rendas e o sustento familiar. “É daqui que tiramos o pão de cada dia. Se tirarem as barracas, não sabemos o que será de nós”, lamentou um dos ambulantes.

Enquanto o DNIT defende a retirada para garantir a segurança na rodovia, lideranças locais e trabalhadores pedem uma alternativa que respeite as necessidades dos comerciantes e evite prejuízos sociais.